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	<title>Comentários para O Transe dos Místicos</title>
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	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 04:38:30 +0000</pubDate>
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		<title>Comentado sobre Habacuc e a nossa inércia totalizante por marizasanches</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/18/habacuc-e-a-nossa-inercia-totalizante/#comment-25</link>
		<dc:creator>marizasanches</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 00:08:58 +0000</pubDate>
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		<description>Nao acredito q essa covardia ira se repetir
tem q colocar ele pra morrer assim no lugar do canhorro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao acredito q essa covardia ira se repetir<br />
tem q colocar ele pra morrer assim no lugar do canhorro</p>
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		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Finais de filmes</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-24</link>
		<dc:creator>Finais de filmes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 02:43:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Finais de filmes Sua miséria - física, material, sensível - é a miséria que atinge a toda uma sociedade, abalando valores, crenças, expectativas, projetos de vida. ***. Dois filmes que, em seus finais, pontuam diferenças entre o neo-realismo e nouvelle &#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Finais de filmes Sua miséria - física, material, sensível - é a miséria que atinge a toda uma sociedade, abalando valores, crenças, expectativas, projetos de vida. ***. Dois filmes que, em seus finais, pontuam diferenças entre o neo-realismo e nouvelle &#8230; [...]</p>
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		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rodrigo Cássio</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-22</link>
		<dc:creator>Rodrigo Cássio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 01:50:55 +0000</pubDate>
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		<description>Agora, eu não posso deixar de comentar, aqui, essa passagem:

"Possivelmente, nesses diferenciais esteja a preocupação de se atender àqueles que querem algo mais do que comer pipoca ou namorar numa sala de cinema, ou seja, na própria “formação do cinéfilo”."

Até que ponto os filmes que você citou estão interessados numa "formação do cinéfilo"? Não seriam eles simplesmente impelidos pelo público a mexer na estrutura gasta dos filmes de gênero? Há mais elementos essenciais aos filmes de hollywood que as diferenças entre gêneros, e esse elementos persistem - isso se dá porque o público "muda" e "não muda"; isto é, o público quer "novidades", desde que elas não revertam a experiência que se espera ter com o filme.

Se a formação do cinéfilo é essa, eu dispenso. E não vejo possibilidade de uma formação diferente defendendo-se a "sala de cinema como um espaço de entretenimento saudável projetada para grandes públicos e com preços acessíveis". Ok, que esse cinema exista - tem lá os seus méritos, sua beleza. Mas ele precisa ser colocado em xeque, sempre. Somente assim o público pode colocar em xeque, verdadeiramente, a sua formação.

Puxa, acabei comentando a sua resposta, rs. Paramos, mas o assunto é fértil. Até!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora, eu não posso deixar de comentar, aqui, essa passagem:</p>
<p>&#8220;Possivelmente, nesses diferenciais esteja a preocupação de se atender àqueles que querem algo mais do que comer pipoca ou namorar numa sala de cinema, ou seja, na própria “formação do cinéfilo”.&#8221;</p>
<p>Até que ponto os filmes que você citou estão interessados numa &#8220;formação do cinéfilo&#8221;? Não seriam eles simplesmente impelidos pelo público a mexer na estrutura gasta dos filmes de gênero? Há mais elementos essenciais aos filmes de hollywood que as diferenças entre gêneros, e esse elementos persistem - isso se dá porque o público &#8220;muda&#8221; e &#8220;não muda&#8221;; isto é, o público quer &#8220;novidades&#8221;, desde que elas não revertam a experiência que se espera ter com o filme.</p>
<p>Se a formação do cinéfilo é essa, eu dispenso. E não vejo possibilidade de uma formação diferente defendendo-se a &#8220;sala de cinema como um espaço de entretenimento saudável projetada para grandes públicos e com preços acessíveis&#8221;. Ok, que esse cinema exista - tem lá os seus méritos, sua beleza. Mas ele precisa ser colocado em xeque, sempre. Somente assim o público pode colocar em xeque, verdadeiramente, a sua formação.</p>
<p>Puxa, acabei comentando a sua resposta, rs. Paramos, mas o assunto é fértil. Até!</p>
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		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rodrigo Cássio</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-21</link>
		<dc:creator>Rodrigo Cássio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 01:31:38 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael, eu só não entendi quando você fez a seguinte provocação: 

"Não penso que a esperança para reverter tal quadro esteja em colocar todos os ouvintes de “créu” e todos os leitores entusiasmados de “O código da Vinci” nos nossos cursos universitários."

Por que as universidades te parecem tão infrutíferas?
No mais, continuamos depois. Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael, eu só não entendi quando você fez a seguinte provocação: </p>
<p>&#8220;Não penso que a esperança para reverter tal quadro esteja em colocar todos os ouvintes de “créu” e todos os leitores entusiasmados de “O código da Vinci” nos nossos cursos universitários.&#8221;</p>
<p>Por que as universidades te parecem tão infrutíferas?<br />
No mais, continuamos depois. Um abraço.</p>
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		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rafael</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-20</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 01:15:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://otransedosmisticos.wordpress.com/?p=47#comment-20</guid>
		<description>Rodrigo, por vias muito diferentes, eu compartilho de sua preocupação para com a formação de público. Não apenas na relação com o cinema, mas com produtos musicais e literários também. E, sinceramente, não penso que a esperança para reverter tal quadro esteja em colocar todos os ouvintes de "créu" e todos os leitores de entusiasmados de "O código da Vinci" nos nossos cursos universitários. Mas aí é uma outra questão, rs. Agora, voltando para o cinema, acho que o seu grande público está sempre em mutação. Hoje, alguns filmes populares fazem concessões voluntárias ou não (no primeiro caso, variando do oportunismo ao puro cinismo) para agradar ao público que se renova. Vejo essas tentativas no hermetismo de Matrix, na transgressão de O clube da Luta, na seriedade de Harry Potter, no sarcasmo de Shrek, no realismo adolescente de Homem-aranha, nas estéticas de videogame, na narrativa invertida de um Amnésia... Possivelmente, nesses diferenciais esteja a preocupação de se atender àqueles que querem algo mais do que comer pipoca ou namorar numa sala de cinema, ou seja, na própria "formação do cinéfilo". Porém, estou longe de Frankfurt, rs. Da minha parte, eu até acho muito simpática a idéia da sala de cinema como um espaço de entretenimento saudável projetada para grandes públicos e com preços acessíveis. Numa nostalgia de tempo não vivido, rs, defendo os grandes filmes de gênero e os filmes B despretensiosos. Por outro lado, acharia muito interessante se o público daquela época procurasse por Renoir, Ozu, Rossellini, ... E, pensando no grande público de hoje, seria também muito válida a busca pelos populares de outrora: Ford, Hawks, McCarey, Hitchcock... Agora, como investir na boa formação do público seria a "outra questão", um tanto complexa, que eu não quis me estender. Podemos continuar a conversa verbalmente ou por e-mail. Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, por vias muito diferentes, eu compartilho de sua preocupação para com a formação de público. Não apenas na relação com o cinema, mas com produtos musicais e literários também. E, sinceramente, não penso que a esperança para reverter tal quadro esteja em colocar todos os ouvintes de &#8220;créu&#8221; e todos os leitores de entusiasmados de &#8220;O código da Vinci&#8221; nos nossos cursos universitários. Mas aí é uma outra questão, rs. Agora, voltando para o cinema, acho que o seu grande público está sempre em mutação. Hoje, alguns filmes populares fazem concessões voluntárias ou não (no primeiro caso, variando do oportunismo ao puro cinismo) para agradar ao público que se renova. Vejo essas tentativas no hermetismo de Matrix, na transgressão de O clube da Luta, na seriedade de Harry Potter, no sarcasmo de Shrek, no realismo adolescente de Homem-aranha, nas estéticas de videogame, na narrativa invertida de um Amnésia&#8230; Possivelmente, nesses diferenciais esteja a preocupação de se atender àqueles que querem algo mais do que comer pipoca ou namorar numa sala de cinema, ou seja, na própria &#8220;formação do cinéfilo&#8221;. Porém, estou longe de Frankfurt, rs. Da minha parte, eu até acho muito simpática a idéia da sala de cinema como um espaço de entretenimento saudável projetada para grandes públicos e com preços acessíveis. Numa nostalgia de tempo não vivido, rs, defendo os grandes filmes de gênero e os filmes B despretensiosos. Por outro lado, acharia muito interessante se o público daquela época procurasse por Renoir, Ozu, Rossellini, &#8230; E, pensando no grande público de hoje, seria também muito válida a busca pelos populares de outrora: Ford, Hawks, McCarey, Hitchcock&#8230; Agora, como investir na boa formação do público seria a &#8220;outra questão&#8221;, um tanto complexa, que eu não quis me estender. Podemos continuar a conversa verbalmente ou por e-mail. Abraços.</p>
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		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rodrigo Cássio</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-19</link>
		<dc:creator>Rodrigo Cássio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:00:46 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael: Hum. Se considerarmos cinéfilo ortodoxo um consumidor compulsivo de filmes, e nada mais que isso, eu acho que ele teria problemas, sim, ao "lidar com as possibilidades cinematográficas". Isso porque a idéia, como você a propõe, me parece implicar uma rendição do cinéfilo aos filmes que estão disponíveis (intensamente) no mercado. Estou cansado de ver gente que freqüenta muito o cinema e vê muitos filmes em casa, mas que não consegue problematizar o cinema como cinema, de modo que a experiência com o filme nunca entra em questão. Esses cinéfilos estão muito mais preocupados com o rosto bonito da nova candidata ao Oscar do que com os filmes mesmo. Seria o pessoal que lê o Rubens Ewald Filho e considera ele um crítico de cinema, rs.

Eu penso, sim, que a indústria é muito poderosa, e que a idéia de cinefilia é muito conveniente para a formação de um público-consumidor, e não um público-crítico. E isso me incomoda, de modo que evito o termo. Sei que essa minha crítica é batida, mas considero ela importante. Muitas vezes, o pessoal da crítica especializada que está por aí deixa de lidar com coisas óbvias assim, como a péssima formação do público de cinema.

Você, como cinéfilo (no sentido da capacidade crítica, que eu te conheço), não concorda que a formação do público é deficiente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael: Hum. Se considerarmos cinéfilo ortodoxo um consumidor compulsivo de filmes, e nada mais que isso, eu acho que ele teria problemas, sim, ao &#8220;lidar com as possibilidades cinematográficas&#8221;. Isso porque a idéia, como você a propõe, me parece implicar uma rendição do cinéfilo aos filmes que estão disponíveis (intensamente) no mercado. Estou cansado de ver gente que freqüenta muito o cinema e vê muitos filmes em casa, mas que não consegue problematizar o cinema como cinema, de modo que a experiência com o filme nunca entra em questão. Esses cinéfilos estão muito mais preocupados com o rosto bonito da nova candidata ao Oscar do que com os filmes mesmo. Seria o pessoal que lê o Rubens Ewald Filho e considera ele um crítico de cinema, rs.</p>
<p>Eu penso, sim, que a indústria é muito poderosa, e que a idéia de cinefilia é muito conveniente para a formação de um público-consumidor, e não um público-crítico. E isso me incomoda, de modo que evito o termo. Sei que essa minha crítica é batida, mas considero ela importante. Muitas vezes, o pessoal da crítica especializada que está por aí deixa de lidar com coisas óbvias assim, como a péssima formação do público de cinema.</p>
<p>Você, como cinéfilo (no sentido da capacidade crítica, que eu te conheço), não concorda que a formação do público é deficiente?</p>
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	<item>
		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rafael</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-18</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 16:06:36 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo, como vc bem disse, há cinéfilos e cinéfilos. Vc aprecia filmes e tem idéias do que cinema pode ou não ser para atingir ápices. Nesse sentido, eu te consideraria um cinéfilo. E mais: o fato de vc ter um blog sobre cinema e usá-lo como objeto de estudo acadêmico demonstra que vc tem algum tipo de entusiasmo com o assunto. Vc não dedicaria tanto tempo a algo que não te agradasse, não é mesmo? Por outro lado, há entusiasmos e entusiasmos, rs. Talvez, o seu cinéfilo ortodoxo seja alguém que não se apegue à idéia de que tem relação intensiva com um produto cultural. Nesse sentido, vc acha que o discurso crítico de um "ortodoxo", o consumidor compulsivo de filmes, teria problemas no lidar com as possibilidades cinematográficas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, como vc bem disse, há cinéfilos e cinéfilos. Vc aprecia filmes e tem idéias do que cinema pode ou não ser para atingir ápices. Nesse sentido, eu te consideraria um cinéfilo. E mais: o fato de vc ter um blog sobre cinema e usá-lo como objeto de estudo acadêmico demonstra que vc tem algum tipo de entusiasmo com o assunto. Vc não dedicaria tanto tempo a algo que não te agradasse, não é mesmo? Por outro lado, há entusiasmos e entusiasmos, rs. Talvez, o seu cinéfilo ortodoxo seja alguém que não se apegue à idéia de que tem relação intensiva com um produto cultural. Nesse sentido, vc acha que o discurso crítico de um &#8220;ortodoxo&#8221;, o consumidor compulsivo de filmes, teria problemas no lidar com as possibilidades cinematográficas?</p>
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	<item>
		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rodrigo Cássio</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-17</link>
		<dc:creator>Rodrigo Cássio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 11:35:57 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael: Bem, o cinéfilo tem uma relação diferente da que eu tenho com os filmes. Um cinéfilo, digamos, ortodoxo, é muito mais apaixonado, quase dependente. Há um curioso entusiasmo de fã na atitude de quem se liga aos filmes numa relação de cinefilia. Não por acaso, se trata de uma "filia". E eu não sou assim. Procuro guardar uma distância suficiente pra que eu consiga escrever sobre os filmes sem me deixar afetar pelo gosto (ou, o que também é válido, me deixando afetar sem perder um controle racional sobre isso). 

Mas, é claro, há cinéfilos e cinéfilos. A cinefilia de um cineclube é diferente da de alguém que vive essa experiência isoladamente, etc. No fundo, eu tenho uma certa birra com o termo. A relação intensiva com um produto cultural, qualquer que seja, é algo que não vejo com bons olhos. Prefiro o meio termo, o equilíbrio, algo meio aristotélico. Ainda que isso seja difícil de conseguir, e eu acabe me prendendo demais a outras atividades.

E você, o que pensa disso tudo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael: Bem, o cinéfilo tem uma relação diferente da que eu tenho com os filmes. Um cinéfilo, digamos, ortodoxo, é muito mais apaixonado, quase dependente. Há um curioso entusiasmo de fã na atitude de quem se liga aos filmes numa relação de cinefilia. Não por acaso, se trata de uma &#8220;filia&#8221;. E eu não sou assim. Procuro guardar uma distância suficiente pra que eu consiga escrever sobre os filmes sem me deixar afetar pelo gosto (ou, o que também é válido, me deixando afetar sem perder um controle racional sobre isso). </p>
<p>Mas, é claro, há cinéfilos e cinéfilos. A cinefilia de um cineclube é diferente da de alguém que vive essa experiência isoladamente, etc. No fundo, eu tenho uma certa birra com o termo. A relação intensiva com um produto cultural, qualquer que seja, é algo que não vejo com bons olhos. Prefiro o meio termo, o equilíbrio, algo meio aristotélico. Ainda que isso seja difícil de conseguir, e eu acabe me prendendo demais a outras atividades.</p>
<p>E você, o que pensa disso tudo?</p>
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		<title>Comentado sobre Habacuc e a nossa inércia totalizante por Marcos Melo</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/18/habacuc-e-a-nossa-inercia-totalizante/#comment-16</link>
		<dc:creator>Marcos Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 23:52:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://otransedosmisticos.wordpress.com/?p=42#comment-16</guid>
		<description>Infelizmente esse merda existe... ele e muitos outros como ele... dispostos a fazer o mesmo com muitos outros animais e até pessoas. Isso sim me assusta. A discussão filosófica da situação é ridícula, já que a "demonstração de arte" é da mais pura degradação mental e comportamental que um ser humano pode chegar. Mostra a verdadeira natureza do famigerado Homo sapiens....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente esse merda existe&#8230; ele e muitos outros como ele&#8230; dispostos a fazer o mesmo com muitos outros animais e até pessoas. Isso sim me assusta. A discussão filosófica da situação é ridícula, já que a &#8220;demonstração de arte&#8221; é da mais pura degradação mental e comportamental que um ser humano pode chegar. Mostra a verdadeira natureza do famigerado Homo sapiens&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>Comentado sobre Finais de filmes por Rafael</title>
		<link>http://otransedosmisticos.wordpress.com/2008/05/26/finais-de-filmes/#comment-15</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 21:07:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://otransedosmisticos.wordpress.com/?p=47#comment-15</guid>
		<description>Rodrigo, o que vem a ser um cinéfilo no sentido rigoroso do termo, rs?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, o que vem a ser um cinéfilo no sentido rigoroso do termo, rs?</p>
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